VAMOS  CONHECER O MOVIMENTO MONÁRQUICO BRASILEIRO?

A Monarquia voltou a ter seus direitos políticos assegurados pela Constituição de 1988. Agora estamos firme na luta pela restauração do Regime Monárquico Parlamentar, considerado o melhor regime de governo hoje utilizado no mundo. Conheça nossas idéias e a Família Imperial Brasileira atual clicando no botão abaixo: 

Nossos Princípes, Herdeiros de D. Pedro II...Esperança do Brasil.

 

Dia 7 de Setembro teremos o lançamento de uma grande campanha nacional. Venha fazer parte de nossa luta e cadastre-se no site da Monarquia.

DOM LUIZ VAI AJUDAR OBRAS SOCIAIS COM VENDA DE VINHOS
Segundo o último boletim oficial da Monarquia, Herdeiros do Porvir, o Pró-Monarquia venderá o vinho Salton Imperial. Os lucros serão destinados as atividades culturais promovidos pela Monarquia e a outra parte irá para uma obra ou causa social indicada por Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial Braisleira

Os produtos a venda são:

Chadonnat Salton Imperial 750 ml
Cabeet Sauvignon Salton Imperial 750 ml
Vinho Branco Espulante Natural Brut Salton Imperial 750 ml

PEDIDOS PELO TELEFONE (11) 3822 47 64 OU PELO E-MAIL  gcprado@monarquia.org.br

2 - O poder de encantamento da monarquia

(O Chefe da Casa Imperial do Brasil)
Sua Alteza Imperial e Real, o Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança  

Atual Chefe da Casa Imperial do Brasil, é primogênito e herdeiro dinástico do falecido Príncipe Dom Pedro Henrique de Orleans e Bragança (1909-1981), admirável figura de brasileiro, chefe de família exemplar e artista de conhecido talento; é neto de Dom Luiz de Orleans e Bragança (1878-1921) - cognominado o Príncipe Perfeito; bisneto da Princesa Isabel, a Redentora, e trineto do Imperador Dom Pedro II.

O Imperadores do Brasil, bem como os Reis de Portugal desde o século XVII, pertenceram à dinastia de Bragança, a qual teve sua origem em fins do século XIV, na figura heróica do Santo Condestável de Portugal, o Bem-Aventurado D. Nun'Alvares Pereira.

Por sua Mäe, a Princesa D. Maria da Baviera de Orleans e Bragança, Dom Luiz herda as tradições da Família de Wittelsbach, a Casa Real da Baviera, uma das mais antigas da Europa (pois tem sua origem no século IX) e célebre no campo das artes e da cultura. Através de seu bisavô Gastão de Orléans, Conde d' Eu, esposo da Princesa Isabel e herói da Guerra do Paraguai, o atual Chefe da Casa Imperial do Brasil descende da Casa Real francesa. Com efeito, provém ele em linha direta, por legítima varonia, de Hugo Capeto, que há precisamente 1006 anos - em 987 - ascendeu ao trono da França e de São Luís IX, o Rei-Cruzado que governou a França de 1226 a 1270.

Descendendo de Reis, Santos e Heróis, de Fundadores de Impérios, Cruzados e Artistas - o nosso Príncipe havia de receber uma educação à altura das tradições que representa.

Foi intenção de seu Pai dar-lhe uma formação sólida, nos princípios tradicionais da Santa Igreja. Ao mesmo tempo, desejou que ele tivesse uma cultura geral, um conhecimento em profundidade dos problemas atuais do Brasil e do mundo, e um trato social condizentes com a alta posição que lhe estava destinada. Por fim, desejou para seu primogênito o que a antiga Lei do Banimento não permitira para si próprio: uma educação no Brasil, entre brasileiros, e dentro das melhores tradições brasileiras.

Nascido em Mandelieu (França) em 6 de junho de 1938, foi batizado com o nome de Luiz Gastão Maria José Pio de Orleans e Bragança, na capela de Mas-Saint-Louis, de sua Avó a Princesa D. Maria Pia de Bourbon-Sicílias de Orleans e Bragança, e foi registrado no Consulado Geral do Brasil em Paris.

Com a deflagração, em 1939, da Segunda Grande Guerra, a Família Imperial ficou retida na França e impedida de transferir-se para o Brasil. Só após o término do conflito pôde Dom Luiz, então menino de sete anos, ver pela primeira vez sua terra. Fez os estudos secundário em parte no Paraná onde seu Pai se instalara como fazendeiro, em parte no Rio de Janeiro, no Colégio Santo Inácio. A fim de aperfeiçoar o conhecimento de línguas, fez em Paris o Colégio pré-universitário, e, por fim, foi concluir seus estudos na Universidade de Munique, onde cursou Química.

Retornado ao Brasil em 1967, passou a residir em Säo Paulo, onde assumiu a direção do Secretariado de seu Pai, já então residente na sua propriedade rural em Vassoura, no Estado do Rio de Janeiro.

Com o falecimento de Dom Pedro Henrique, em 5 de julho de 1981, Dom Luiz ascendeu à condição de Chefe da Casa Imperial do Brasil.

Falando fluentemente três idiomas - o português, o francês e o alemão - e entendendo ainda o castelhano, o inglês e o italiano, Dom Luiz é senhor de sólida cultura, alicerçada em várias leituras sérias e prolongadas, especialmente de assuntos históricos e sociológicos.

Como o Imperador Dom Pedro II, encontra no estudo um verdadeiro prazer. Mas divergindo neste ponto de seu trisavô, gosta de equitação e de caça, tendo mesmo, neste último esporte, conquistado alguns troféus. É ainda apreciador de música clássica, especialmente de compositores brasileiros da escola barroca.

A vida de estudos e de pensamento não impede, porém, de ser um homem inteiramente atualizado, acompanhando com atenção e interesse o noticiário dos principais jornais do Rio de Janeiro e de São Paulo.

Julga que à Família Imperial cabe representar, no panorama nacional, um conjunto de tradições e valores morais cuja ação de presença, no conturbado Brasil contemporâneo, se exerce de maneira discreta, porém profunda e eficaz.

É Gräo-Mestre da Ordem da Rosa, e da Ordem de Pedro I. É ainda Grão-Cruz da Ordem Constantiniana de São Jorge, da Casa Real de Bourbon-Sicílias, e membro efetivo de diversos institutos culturais.

Uma falácia


Bertrand de Orleans e Bragança
Diretor de Relações Institucionais da Associação dos Fundadores da TFP — Tradição, Família e Propriedade

Poucos temas me deixam tão à vontade para abordá-los como o do chamado trabalho escravo. Realmente, conservo viva em meu coração e em minha alma a alegria de ser bisneto da princesa Isabel, que ficou conhecida no Brasil como a Redentora por ter assinado a famosa Lei Áurea.
  E ela o fez em situação política muito adversa, arriscando com isso a própria estabilidade do trono do qual era herdeira, o que evidencia por si só seu empenho superlativo em dar pronta liberdade àqueles que não a possuíam.

  De modo que, se houvesse no Brasil de hoje um risco real de voltarmos à vigência da escravidão, eu me sentiria obrigado em consciência, como católico, como brasileiro, mas também como membro da família imperial, a empreender tudo quanto ao meu alcance estivesse para evitá-lo.

  É por isso, aliás, que vejo com tristeza, dor e mesmo indignação certas práticas que se generalizam nos assentamentos de reforma agrária, em que agricultores pobres vão sendo colocados sob autoridade omnímoda de líderes do MST, tornando-se em tudo deles dependentes, inclusive no que diz respeito a verbas, cestas básicas e outras benesses fornecidos pelo governo federal. São os novos servos da gleba do século 21.

  Mas, infelizmente, não é a favor da libertação deles que ecoam os alto-falantes de certa mídia e de certos políticos quando propagam a idéia de que uma neo-escravidão estaria encontrando guarida nos campos brasileiros.

  O slogan ‘‘trabalho escravo’’ tem sido utilizado para rotular meras infrações à legislação trabalhista, ou quando muito trabalho realizado em condições impróprias ou degradantes, já puníveis pelos códigos competentes. Até a falta de carteira assinada é apontada como fator que caracteriza a escravidão, sem atentar para o ridículo de tal classificação num país como o nosso, em que 58% do trabalho é realizado na informalidade.

  O tema é vasto e vem desenvolvido no opúsculo Trabalho escravo, nova arma contra a propriedade privada, do jornalista Nelson Barretto, colaborador da Associação dos Fundadores da TFP — Tradição, Família e Propriedade.

  Desejo aqui pronunciar-me apenas sobre um ponto: o projeto de emenda constitucional (PEC) que, sobre o assunto, tramita na Câmara e pune a exploração do trabalho escravo com pena de expropriação, sem indenização. Pune a quem? A redação da PEC estranhamente confunde a propriedade com a pessoa que estaria cometendo o pretenso crime de escravidão. É tal a aversão que transparece no projeto à propriedade que esta parece ser a ‘‘criminosa’’, em lugar do proprietário. Diz o texto: ‘‘As propriedades (...) onde for localizada (...) a exploração de trabalho escravo serão expropriadas’’.

  O destino da terra assim expropriada é servir à malfadada reforma agrária. Por que misturar trabalho escravo com reforma agrária? Para conseguir terra de graça? É moral tal atitude? É própria de um regime de liberdade?

  Ao que parece influi decisivamente o fato de não haver mais terras improdutivas em mãos de particulares. Só não produzem as que estão sob domínio do Estado, a qualquer título, como as reservas florestais, os latifúndios indígenas, os parques nacionais e... os assentamentos do Incra. Mas então a reforma agrária é feita contra a propriedade particular?

  Acresce a essas considerações o fato de que a produção obtida pelo agronegócio é espetacular e vem sendo o esteio da economia nacional. Uma perseguição à propriedade particular a pretexto de trabalho escravo ou qualquer outro poderia afetar a fundo a produção nacional, encaminhando o país nas sendas de um miserabilismo de tipo cubano, tão amado dos D. Balduínos e seus companheiros da Comissão Pastoral da Terra (CPT).

  Não só a CPT, mas também o MST, na coerência de sua inspiração marxista, têm sido os arautos da luta contra o agronegócio no Brasil. Tais movimentos ficariam entusiasmadíssimos com o governo atual caso este iniciasse um combate ao trabalho escravo que redundasse numa perseguição ao agronegócio.

  Meras elucubrações ou realidade em andamento? De qualquer modo, o pensamento político (com P maiúsculo, não-partidário), faz-se muito de levantar hipóteses. Já o dizia o saudoso professor Plinio Corrêa de Oliveira. Os fatos confirmarão ou desmentirão essas hipóteses. Fiquemos atentos.

O centenário da morte de Pedro II*

(*publicado na Zero Hora de 9 de dezembro de 1991)

 

 

Paulo Brossard   

Ministro do STF

 

 

Semana passada, dia 5, transcorreu o centenário da morte de Dom Pedro II, segundo e último Imperador do Brasil; seu reinado se estendeu por 49 anos, de 1840, quando decretada sua maioridade, a 1889, quando proclamada a república.   Ao iniciar o reinado, o País estava convulsionado e foi entrando na posse da paz interna, vários problemas externos tiveram seu desenlace no prélio das armas, com desfecho sempre favorável ao nosso país; estradas de ferro foram assentadas; o telégrafo aproximou o Brasil; os brasileiros se conheceram nas escolas jurídicas do Recife e de São Paulo; a marinha se expandiu de maneira a corresponder a uma necessidade fundamental num país batido pelo oceano em milhares de quilômetros de costa; a escravidão foi sendo abatida, até sua eliminação; foi introduzido o trabalho livre e incrementada a imigração; afirmou-se a diplomacia brasileira; instituições culturais foram surgindo, ao lado do Instituto Histórico, o Instituto dos Advogados; alto grau de moralidade foi a regra na administração; o sistema eleitoral aperfeiçoou-se; leis importantes foram elaboradas, como o Código Comercial, e se iniciou o labor no sentido da codificação civil; o sistema parlamentar se foi estabelecendo, progressivamente, peça por peça, despersonalizando-se o poder, quer dizer, democratizando-se as instituições; uma plêiade de homens públicos , verdadeiramente excepcional, ilustrou o Parlamento e a administração, enfim, o Brasil cresceu em todos os sentidos; o Brasil de 1889 era muito diferente do Brasil de 1840.

Durante esse largo período, o menino do “quero já” se cobriu de cãs, sendo o mais atento, o mais constante, o mais desvelado servidor da pátria.  Na sua “Fé de Ofício”, escrita no ano de sua morte, pôde dizer – “sempre procurei não sacrificar a administração à política.  (...)  O meu dia era todo ocupado no serviço público, e jamais deixei de ouvir e falar a quem quer que fosse.”  Embora o governo efetivo se fosse deslocando de suas mãos, institucionalizando-se, para as do presidente do Conselho de Ministros, e esta é uma das glórias do seu reinado, no uso do poder moderador exerceu onímoda vigilância sobre tudo quanto dissesse respeito ao Brasil e ao seu bom nome.  A despeito da simplicidade de sua vida e da distância dos grandes centros culturais, foi granjeando reputação internacional, pelo saber, sua curiosidade intelectual era insaciável, pela tolerância, que era ilimitada, pela moderação com que reinava, pela justiça que buscava praticar; fez-se amigo de grandes homens, sábios e artistas e estadistas tornaram-se seus correspondentes; sua bolsa se abriu amiúde para muitos brasileiros estudarem na Europa; deposto, poucos meses antes de completar meio século de reinado, procedeu com dignidade impecável, até que a morte o colhesse em um quarto de hotel, o modesto Hotel Bedford, a madalena colhesse seus restos para o ofício fúnebre e eles atravessassem as ruas de Paris em meio a honras excepcionais patrocinadas pela França republicana, em demanda da igreja de S. Vicente de Fora, onde repousavam os restos de seu pai Dom Pedro I e de seus antepassados.

Exilado viveu dois anos.  A despeito dos anos e da doença, que minava seu organismo, dedicou-se a estudar e estudar, convivendo com sábios e artistas, freqüentando museus, a Academia Francesa, o Instituto de França, o Instituto de Belas-Artes, a Academia de Inscrições.   Alguns de seus críticos mais contundentes – foi chamado de César caricato e de órfão do absolutismo -, curiosamente, tornaram-se seus amigos fiéis e devotados.  É impressionante que o desterrado monarca de um país longínquo, morrendo em terra estranha, sem coroa, sem fortuna, sem uma casa onde morasse e pudesse morrer, tenha recebido homenagens extraordinárias, oficiais e populares.  Lá também havia brasileiros, menos a representação diplomática do Brasil, que do fato não tomou conhecimento; um deles era André Rebouças; na coroa de flores enviada escreveu: “Um negro brasileiro, em nome da sua raça”.  Outro, Gaspar Silveira Martins, o famoso tribuno, conhecido pela independência de suas opiniões, e então exilado, traduziu sua homenagem nestas palavras: “Os rio-grandenses ao rei liberal e patriota.”

Cem anos se passaram da morte do Imperador em terra estranha, sem coroa, sem fortuna, sem casa sequer.  Sob muitos aspectos um exemplo pungente.  Inventariados os seus erros e decuplicados os seus defeitos, permanece sua memória como a de inexcedível servidor do Brasil, enquanto rei e enquanto exilado.

 

COMUNIDADES MONÁRQUICAS CRESCEM E SE MULTIPLICAM NO ORKUT

As comunidades monárquicas começam a crescer  e se multiplicar no sistema de comunidades ORKUT. Hoje, mais de 10 comunidades monárquicas existem e contam com mais de 300 pessoas participando. Isso mostra que as pessoas não se esqueceram da monarquia e acham-na a alternativa mais viável para mudar o Brasil.
 
O sistema republicano se torna ineficiente para governar um pais tão grande como o Brasil e trás sofrimento progressivo a cada ano. O Brasil necessita projetos de longo prazo (50, 100 anos), coisa que o sistema atual não consegue criar, aprovar, implantar e terminar os projetos fundamentais para melhorar a vida da população. A maioria dos projetos, mal completam 4 anos e saem desvirtuados do seu estado original.
 
Mesmo com a derrota da Monarquia no plebiscito de 93 (plescito forjado e com muitas falhas), o povo brasiliero tem a Monarquia com muita simpatia e, a medida que vão conhecendo suas propostas e benefícios, pelos meios de comunicações existentes, cria-se a esperança dela voltar  um dia e colocar as coisas nos seus devidos lugares. As pessoas, que lutaram pela monarquia ou votaram a favor dela em 93, se engajam numa forte corrente por sua expansão e restauração.
 
A Expectativa é que a Monarquia se expanda a uma velocidade cada vez maior a medida que vá se formando novas comunidades, blog, sites e fóruns.
 
Dia 06 de novembro haverá o Encontro Monárquico de Curitiba. Mais informãções pelo site:
www.monarquia.org.br (presença dos príncipes imperiais)
Congresso monárquico em Curitiba
Encontro de Coritiba 10/20/2004 10:37 AM
Hotel Bristol
Curitiba

Encontro Monarquico de Curitiba

6 de novembro de 2004
Hotel Bristol

Taxa de R$ 70,00 (Encontro, almoco e coffe-break).

Inscricoes atraves do email gcprado@monarquia.org.br (Gustavo Prado)

Grande oportunidade de conhecer e falar com os príncipes pessoalmente.
Internet Melhora a Imagem da Monarquia
Ainda não é motivos para comemora, mas nas últimas duas semanas, a Monarquia vem melhorando a imagem perante a população brasileira significativamente. O termômetro da melhoria dessa imagem está refletida nos grupos de discussão. O mais movimentado hoje em dia são os grupos do sistema orkut. Esse sistema já comporta mais de 500.000 brasileiros de todas as partes do país e seu crescimento é espantoso. Diariamente, mais de 200.000 pesosas entram no sistema.
Pudemos constatar, que o melhor esclarecimento quanto a legitimidade e a posição religiosa dos príncipes, praticamente dissipou a rejeição. Ancorado por dados sólidos, que mostram  a monarquia como sistema menos custoso e estável que a República.
 
A internet é de longe o sistema mais barato e de maior alcance na distribuição das informações. A cada pesquisa de jovens e adultos nos sites monárquicos, fóruns e sistema de comunidades acabam adiqrindo um conhecimentos que estavam escondidos na censura republicana.
 
Embora seja o início dos trabalhos pela internet, nos faz ter uma amostra estatisticamente significantiva, para se saber o resultado de uma campanha mais amplaque  atingisse grande parte dos 183 milhões de brasileiros. Notamos que as pessoas que criticavam ou jogavam pedra simplesmente passaram a aceitar a Monarquia e comprar a idéia. Bastou mostramos argumentos fortes para convencer a pessoa leiga.
 
A internet não só trouxe esclarecimentos ao grande público , como também, as próprias pessoas defensoras do sistema monárquico tiveram seus conhecimentos  e o seu poder de convencimento ampliado incrivelmente.
 
Vamos em frente que estamos começando a incomodar !!!
Viva 7 de Setembro de 1822
A separação política entre o Reino Unido do Brasil Portugal e Algarves é declarada oficialmente no dia 7 de setembro de 1822. O processo de independência, na verdade, começou com o retorno de el Rei à Lisboa e, principalmente, pelo agravamento das ações recolonizadoras das Cortes Portuguesas se estendendo até a adoção da primeira Constituição Brasileira, em 1824.

As revoltas do fim do século XVIII e começo do XIX, como a Inconfidência Mineira, a Conjuração Baiana e a Revolução Pernambucana de 1817 que, dominadas com a devida perícia do momento, mostraram a fraqueza dos ideais americanos (1776) e franceses (1789), os quais os reforçavam em argumentos, pequenos grupos da elite brasileira que diziam-se defensores das idéias liberais e republicanas. Evitou-se assim, por mais essas vezes, que o Brasil fosse esfacelado política e geograficamente.
Com a crescente condenação internacional ao absolutismo monárquico e ao colonialismo, aumentaram as pressões externas e internas contra o monopólio comercial português no então Principado do Brasil.

Corte Portuguesa
A instalação da Corte Portuguesa no Brasil, em 1808, contribuiu para a separação definitiva das duas nações mais do que aproximá-las. A abertura dos portos, a elevação do Principado à situação de Capital do Império Português e a conseqüente condição de Reino Unido à Portugal e Algarves, praticamente cortaram os vínculos coloniais e prepararam para a independência. Com a eclosão da Revolução do Porto, em 1820, a burguesia portuguesa, livre das guerras no continente europeu, tenta fazer o Brasil retornar à situação de colônia. A partir de 1821, as Cortes Constituintes de Portugal tomam decisões contrárias aos interesses do então Novo Reino do Brasil, transferindo importantes órgãos administrativos criados aqui para Lisboa. Também obrigaram el Rei Dom João VI a jurar lealdade à Constituição por elas elaborada e a retornar imediatamente à Portugal. O rei português volta, mas deixa no Brasil o filho Dom Pedro como Regente do Reino, para que conduzisse a separação política, caso isso fosse inevitável.

Pressionado pelas Cortes Constituintes, Dom João VI chama Dom Pedro à Lisboa. Mas o Príncipe Regente resiste às pressões, as quais considerava uma tentativa de esvaziar o Poder da Monarquia no Brasil. Formara-se em torno dele um grupo de políticos brasileiros, os quais defendiam, primeiramente, a manutenção do "status quo" do Brasil como Reino Unido à Portugal. Em 29 de dezembro de 1821, Dom Pedro recebe um abaixo-assinado, oriundo dos mais longínquos recantos conhecidos do Brasil, pedindo que não deixasse o País. Sua decisão de ficar então é anunciada no dia 9 de janeiro do ano seguinte, num gesto enfático. O episódio passa à História como o Dia do Fico.

Articulações políticas
Entre os políticos que cercavam o Regente estavam os irmãos Antonio Carlos e José Bonifácio de Andrada e Silva, e o Visconde de Cairu, José da Silva Lisboa. Principal Ministro e Conselheiro de Sua Alteza Real, José Bonifácio lutou, num primeiro momento, pela manutenção dos vínculos com a Pátria-Mãe, resguardando o mínimo de autonomia brasileira, de forma que vivêssemos numa espécia de Comunidade de Nações, como um Canadá, Austrália e Nova Zelândia em relação à Inglaterra hoje (era um sonho jamais realizado por Dom João VI).
Convencido mais tarde pelos factos de que a separação era irreversível, aceitou a independência desde que se resguardasse a monarquia como regime ao país pois, sabiamente, este era o único regime capaz de neutralizar as intenções separatistas e revolucionárias de grupos que ainda viginham nas províncias, preservando a unidade político-territorial do país. Fora da Corte do Rio de Janeiro, outros líderes liberais, como Joaquim Gonçalves Ledo e Januário da Cunha Barbosa, atuavam nos jornais e nas lojas maçônicas. Faziam pesadas críticas ao recolonialismo português e defendiam uma total separação da pátria-mãe portuguesa.

Em 3 de junho de 1822, o Príncipe Regente Dom Pedro recusou jurar fidelidade à Constituição Portuguesa e, como conseqüência de tal acto, convocou a primeira Assembléia Constituinte brasileira. Em 1 de agosto, baixou um decreto considerando inimigas quaiquer tropas portuguesas que aqui desembarquem. Cinco dias depois, Sua Alteza Real o Regente assinava o Manifesto às Nações Amigas, redigido por José Bonifácio, onde nele, Dom Pedro justificava o rompimento com as Cortes Constituintes de Lisboa e assegurava "a independência do Brasil, mas como reino irmão de Portugal".
Independência
Em protesto, as Cortes Portuguesas anularam a convocação da Assembléia Constituinte brasileira, ameaçaram enviar mais tropas e exigiram o retorno imediato do Príncipe Regente do Brasil. No dia 7 de setembro de 1822, numa viagem à São Paulo, Dom Pedro recebe as exigências das Cortes. Irritado, reagiu Sua Alteza Real proclamando à comitiva e aos guardas que os guarneciam- "Soldados!! Laços fora. Portugal quer recolonizar-nos! Pelo meu sangue, pela minha honra, pelo meu Deus, juro promover a liberdade do Brasil - Independência ou Morte!". Às 16:30hs.
Em 12 de outubro de 1822, é aclamado Imperador pelos pares do Reino e coroado pelo bispo da Cidade do Rio de Janeiro em 1 de dezembro do mesmo ano, recebendo o título de Dom Pedro I do Brasil. No início de 1823, realizaram-se eleições para a segunda Assembléia Constituinte desde que o Brasil fora elevado à condição de Reino. Por motivos que a historiografia oficial republicana chama de "divergências" com Dom Pedro I, a mesma Assembléia foi fechada em novembro do mesmo ano, a qual posso dizer com pura veemência e convicção, estavam mais preocupados os políticos constituintes com picuínhas e fatalmente levariam o país à uma nova guerra civil.
Elaborada a Constituição pelo Conselho de Estado do Império, a mesma é outorgada pelo Imperador à 25 de março de 1824 (foi a que mais durou no nosso Brasil - desde a instauração da república, por um golpe militar, já passamos por 7 constituições e a actual já vai toda remendada, com mais e mais emendas à caminho). Com a Constituição Imperial em vigor e vencidas as últimas resistências portuguesas nas províncias, o processo da separação entre os dois reinos estava decisivamente concluído.
Contra o liberalismo de setores das elites brasileiras, triunfou o espírito conservador e centralizador de José Bonifácio. "Independência sem revolução" era a expressão usada na época para definir o pensamento do principal conselheiro de Dom Pedro I, que realmente assim evitou-se, digo novamente, o esfacelamento do Brasil e que um aventureiro qualquer lançasse mão do Poder Central como ocorreu com a esfacelada América Latina. Ele pregava a independência sem nenhuma mudança social drástica e rompedora das Instituições, como por exemplo a extinção da escravidão, ainda sem substituição à curto prazo, já que levaria o país ao mesmo destino dos americanos mais a frente na Guerra de Secessão- a guerra civil de proporção nacional.

Nome completo de Sua Majestade o Imperador Dom Pedro I (1798 - 1834): Pedro de Alcântara Francisco Antônio João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourbon.


Em 1972, quando da comemoração do Sesquincentenário da Independência do Brasil, os restos mortais de Dom Pedro I voltaram de Portugal ao Brasil, onde encontram-se no Museu do Ipiranga.
MONARQUIA DO BRASIL ESTRÉIA NO ORKUT E MUVUCA
 
Afim de expandir a monarquia na internet, o monarquiadobrasil, fundou seu grupo no orkut e Muvuca. Esses sistemas se tornaram febre na internet devido a enorme capacidade de interação com os internautas e a facilidade de formar grupos. Os dois sistemas são bem simples e tem suas diferenças. O Orkut é do grupo Google e se destaca pelo enorme volume de membros e pelo maior espaço para redigir textos maiores. Sistema totalmente em lingua inglesa. Já o Muvuca, destaca-se pela melhor interação entre os membros, indentificação das pessoas online, além de ser, totalmente em português e ter sistema de adesão mais simples.
 
Os grupo monárquicos formados abordaram a Monarquia  caso ela fosse restaurada e seus benefícios para o povo brasileiro. 
 
Amobos os grupos abordarão assuntos atuais: educação, transportes, meio ambiente, saneamento, saúde, cultura, relações internaiconais, turismo, entre outros pontos.
 
Vale a pena conferir.
 
Se você quiser participar, mande um e-mail para monarquiavale@bol.com.br  .
DUQUE DE CAXIAS - PEQUENA HOMENAGEM
por Isaac Katan
Oriundo de uma família genuinamente militar, com larga ascendência de notáveis Oficiais-Generais, o heróico e fidedígno Luís Alves de Lima e Silva nasceu a 25 de agosto de 1803. Segundo a tradição católica, este é o dia referenciado à São Luis, Rei de França, de quem tomou o nome, na Fazenda de São Paulo, no Taquaru, Vila de Porto da Estrela, então Capitania do Rio de Janeiro. Filho legítimo do Marechal-de-Campo Francisco de Lima e Silva, o qual mais tarde foi Regente do Império e Senador, herdou portanto o gosto pela carreira das Armas, pois foi honrado com a Real Ordem do Príncipe Regente Dom João a assentar praça como Cadete (título nobiliárquico mantido até nossos dias e concedidos somente aos jóvens estudantes para o oficialato de carreira) já aos cinco anos de idade no 1o Regimento de Infantaria à 20 de novembro de 1808. Egresso da infância, perlustrou os bancos escolares de nossa gloriosa Academia Real Militar, hoje sediada ao sopé do maciço das Agulhas Negras, Cidade de Rezende, na qual revelou seu vero pendor pela carreira em que seu genitor excelia.
Educado na escola do civismo, cingindo seus punhos com as insígnias do oficialato ainda muito jóvem, fúlgida se lhe tornou a longa estrada a percorrer. Militar cônscio de seus árduos deveres para com a Pátria, foi, sem favor, o mensageiro da paz nas Províncias do Império inquietadas por levantes subversivos e separatistas, nelas restaurando o 'império da lei', desarmando os espíritos, restabelecendo direitos postergados. Suas ordens incisivas de chefe, reflexo de um carácter varonil, são, por vezes, contrastadas com a benegnidade do vencedor. A lâmina fulgente à mão alçada, que sabia brandir no duro embate, com galharda coragem, após a victória logo a embanhava, para ceder lugar ao estadista clarividente que a confiança governamental elegia de quando em vez.
Consolidando a ordem, não sem grande esforço e ferinas amarguras, pôde lhe desfraldar por sobre nosso vasto território pátrio o niveo lábaro da paz, propiciando o progresso a que atingimos no Reinado de Sua Majestade o Imperador Dom Pedro II e as venturas que acalentaram o porvir risonho à um Brasil unificado por sua ação pacificadora, em nome do Imperador - verdadeiro símbolo de união. Sempre que a Nação Brasileira conturbava-se pelo desamor de maus patriotas exigiu-se do brioso militar o concurso de sua inteligência e de sua bravura estética que, jamais lhe negando, colocava, acima de suas comodidades e interesses pessoais, o entranhado ardor patriótico à serviço esxlusivo das causas nacionais.
Serviu lealmente à dois monarcas, e nunca teve partidos. Por sua invensível espada, inscreveu-se nos fastos da nossa história os mais fúlgidos lances épicos, marcando a tragetória de sua preciosa vida, numa existência de lutas cruciantes, em gloriosos triunfos sem conta. Símbolo das mais vibrantes glórias, a invicta espada de Caxias, que nas refregas íntimas ou nas cruas batalhas estrangeiras, sempre empunhada pelo nobre soldado, indicava à sua tropa ordeira e obediente o caminho da victória, "o cetro do dever militar".
Eis porque, hoje, ingressando o jóvem nas fileiras do ex-Exército Imperial, recebe a miniatura dessa espada forjada à ouro e do melhor do aço, com têmpera magnífica de um sentimento pátrio estreme, com o qual o Cadete se irá conduzir, primeiramente em sua fase de instrução acadêmica e depois como líder de soldados pelos rincões do imenso Brasil, na espinhosa estrada da vida militar. Abençoado destino de um soldado, que sempre fiel, foi sincera e exclusivamente consagrado ao serviço da lei, da paz e da tranqüilidade pública.
Alçada por sua mão segura, sua espada foi o poderoso hífen das vinte e uma Províncias do Império do Brasil. Hoje, dedicados discípulos, merecidamente agraciados com o mesmo título nobiliáquico de CADETE mantido pelo Regime da Escuridão (a república), tentam indicar o caminho do progresso a ser trilhado, numa atmosfera de labor profícuo, dentro de um ambiente de ordem não mais como o foi do valoroso Duque Brasileiro.
A pacificação de espírito dos maus patriotas no Maranhão, São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, se deu à inteligência, disciplina, patriotismo, diplomacia e as qualidades administrativas do herói militar. Desarmando os espíritos tráfegos, impediu o desfacelamento da pátria intentado por ideais nocivos, restabelecendo a tranqüilidade necessária à vida da Nação, que, para gáudio nosso, ainda perdura, graças ao seu patriotismo, não dos governantes apartir de 1889.
No agitado da vida hodierna, entre as agruras do labor cotidiano, tempo haverá para justas meditaçõs relactivas à seus gloriosos feitos. A existência de Luís Alves de Lima e Silva constitui o catecismo cívico da nacionalidade brasileira; coisa que, infelizmente hoje, está quase que morta entre os brasileiros. Mesmo que os factos da nossa História não estivessem povoados dos mais brilhantes transes militares do invícto Marechal, seus magníficos exemplos de cidadão perfeito, amigo prestimoso, varão que ascendeu à todos os postos nobiliárquicos do glorioso e verdadeiro regime, chefe de família amantíssimo, bravo sem vaidades, em cujo peito varonil fulgiram as mais raras constelações do Mérito, fazem-lo o paradigma dos posteros.
Esteio da lealdade, baluarte máximo de dois monarcas, Duque de Caxias é bem o "Vexilário impertérrito da Pátria", símbolo de um Brasil Forte e Coeso, que a Nação pouco à pouco cultua menos e menos, podendo chegar em alguns casos a pura ignorância de que existiu. Caxias, nos momentos gloriosos de seus áureos triunfos, que nos lances dramáticos das conjunturas difíceis, prosternáva-se, humilde, aos pés do seu altar portátil para recitar a doce prece de seu coração fidelíssimo, como muito religioso que era. Em pleno campo de batalhas, o nobre Duque e sua tropa volviam os corações aos páramos celestes em busca do conforto e paz espiritual. Era robusta a fé do maior guerreiro sul-americano, destarte, sempre mantendo aquela fortaleza de ânimo que o fez herói nas lides militares, tranmudou-se para suportar a indiferença dos homens, na longínqua fazenda em que extingüiu seus dias, na localidade, por fatalismo, chamada "Desenganos".
Cinqüenta anos durou sua esplêndida trajetória no Exército Imperial Brasileiro, que ele aprendeu a amar desde os brinquedos infantis. Foi meio século de fecundas actividades, dando-lhe Caxias o máximo de suas energias, de seu talento de escol, de seu grande amor à Pátria e Instituições estremecidas. O Exército Imperial, para o qual viveu exclusivamente devotado, já sob a escuridão do regime republicano traiçoeiramente instaurado por esse mesmo Exército, não pôde encontrar fora dele ninguém superior à suas qualidades senão eleger um dos maiores defensores da Monarquia Constitucional como seu Patrono.
O ex-Exército Imperial nada mais fez que, por justiça merecida, patentear reconhecimento àquele cuja formação moral nele se afirmou e que soube escrever com seu gênio de soldado as mais brilhantes páginas guerreiras, que são toda a história militar do Brasil Império que todos nós merecemos seu retorno.
Reverenciando-lhe a memória por este artigo, no dia de seu nascimento e que o homenageam sendo o "Dia do Soldado", apenas deposito, no pedestal sublime de sua glória imarcescível, uma minúscula parcela de minha imensa gratidão.
Viva ao Imperador!!
Viva à Monarquia Constitucional!!
Viva ao Povo Brasileiro!!


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Posted by Isaac Katan to Brasil - Restaure essa Idéia at 8/25/2004 06:10:29 AM
  Príncipe recebe título
de Cidadão Honorário
 
Chefe da Casa Imperial do Brasil, dom Luiz defendeu a monarquia em visita a São Francisco do Sul

Antônio Anacleto

O chefe da Casa Imperial do Brasil, dom Luiz de Orleans e Bragança, 62 anos, acompanhado do irmão, príncipe dom Bertrand, 59 anos, recebeu ontem o título de Cidadão Honorário de São Francisco do Sul. A visita dos integrantes da família imperial brasileira faz parte das festividades dos 496 anos da cidade. Na quinta-feira o príncipe dom Bertrand apresentou no salão nobre do Clube Náutico Cruzeiro do Sul a palestra "Brasil rumo aos 500 anos". Na ocasião foi lançada a medalha comemorativa ao quinto centenário "Ubi Bene, Ibi Patria" (onde te sentes bem, aí é a tua Pátria).
Os príncipes conheceram os museus da cidade, participaram da cerimônia de inauguração da biblioteca da câmara e aproveitaram os encontros para defender a monarquia, apresentada como uma opção à república. Os príncipes são trinetos do imperador dom Pedro 2º, que era irmão da princesa Dona Francisca, dona das terras que deram origem a Joinville.

Opção

O último plebiscito no Brasil, em abril de 1993, ratificou a opção pela república com 66% de aprovação. A monarquia ficou com 13%. Dom Bertrand reclama que não houve tempo e principalmente recursos para uma campanha de esclarecimento à população. Denuncia também que houve fraudes, lembrando casos de votos confessos pela opção monarquia que não apareceram nas urnas. Afirma no entanto, que os 13% foram uma grande conquista.
O conhecimento da história do Brasil é minucioso. Os Orleans e Bragança falam de dom João 6º, dom Pedro 1º, dom Pedro 2º e outros personagens históricos como se os tivessem conhecido pessoalmente, e enaltecem cada um deles, em seu período por suas qualidades. Segundo dom Bertrand, o Brasil só tem o tamanho continental graças a dom João 6º e Pedro 1º, que pretendiam estabelecer um único reino luso com a corte no Rio de Janeiro, como aconteceu durante algum tempo com o reino unido de Portugal, Brasil e Algarves. Dom Pedro 2º é enaltecido pelo arrojo, busca do desenvolvimento e a estabilidade durante seu governo.

"Um dia o
Brasil te chamará"

Para os príncipes, a opção republicana não deu certo. Eles falam da difícil situação social no Brasil, da corrupção e insistem que na monarquia seria diferente.
A pergunta sempre levantada quando se discute o tema é se haveria uma família ungida por Deus, ou de alguma forma melhor que as outras para gerir uma nação perpetuamente. Dom Bertrand responde com uma afirmação lacônica: "Você também não escolhe seus pais".
E repetindo uma afirmação de Napoleão (que não era de família nobre), diz que: "a educação de uma criança começa 200 anos antes de seu nascimento". Assim, sustenta que o monarca passa a vida sendo preparado para uma missão, e lembrou a afirmação do pai para ele e seus irmãos avisando: "Prepara-te, que um dia o Brasil te chamará". (AA)

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